sexta-feira, 23 de março de 2012

Esperança


                                             
                              Será que já posso começar a sentir esperança?

                               Imagem disponível em: http://algosobremim-marianaxavier.blogspot.com.br/2011/01/no-maximo-13.html

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

A "cura" para a dor

A indústria farmacêutica promete a felicidade sem barreiras, como diz Birman (2003):

Para os ferrados que não conseguem dizer “cheguei” de peito inflado, a fórmula mágica é a alquimia, para mudar a circulação dos humores. É preciso dar uma pancada na bílis negra, nos dizem os novos especialistas da alma sofrente. Assim seria possível, acreditam aqueles, retirar as individualidades do cenário dark e inseri-los na cena colorida da representação e do espetáculo. Como os humores são essências eternas e universais destituídas de história e memória, basta a incidência de certas dosagens alquímicas para balançar a economia dos humores para outros pontos de equilíbrio. Enfim, o caldeirão científico da feiticeira pode tudo regular de maneira funcional e pontual, ajustando os desequilíbrios humorais.

Infelizmente, o efeito não é eterno, o que ocorre é que depois não se saberá conviver com as dores e frustrações sem "tomar alguma coisa" pra amenizar o mal-estar.
Nesse sentido, quando se pensa que foi encontrada a cura dos problemas do modo mais fácil, na realidade só se posterga sua vivência e se enfraquece por não saber lidar com ela.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

a Vida, o Eu e o Nada


A vida... Esse emaranhado de decisões estúpidas, ora acertadas, ora terríveis e desafiadoramente frustrantes. Não há como explicar como esse grande circo das infinitas repetições podem nos limitar a um pequeno e contínuo número de ações que nos faz ter a sensação de constantes déjàvus.
Hoje sou a completude de desejo que perpassam pelo meu Eu esburacado, e não sei o que é mais faltoso, se sou eu ou meus desejos (?). Um completo vazio que tenta comprovar sua existência com subjetividades desejantes, para se surpreender com uma falta já pressentida.
Nessa luta, onde um inóspito morador do corpo mutilado e castrado é o grande vencedor, e o prêmio é surpreendentemente um nome que é capaz de ordenar o inordenável... Pelo menos temporariamente.
E a vida... (?) Continua sendo mera especulação.


sábado, 31 de dezembro de 2011

Desabafos de um ano que...


Ultima postagem de 2011.
Pensei o mês inteiro que deveria ser uma postagem única, interessante, intrigante ou uma narrativa das perdas e ganhos do ano, mas agora creio que será apenas mais um texto que "tenta sintetizar algo".
Uma palavra para 2011 foi intensidade.
Foram tantas perdas e mudanças, lágrimas e lágrimas, risos e risos. Conclusões, etapas vencidas. Noites sem dormir. Dias no mais puro marasmo, dias parados, dias nublados, dias ativos, dias de dúvida e certezas.
Foi possível experimentar do que era o vago e o intenso. Viver momentos de alegrias e tristezas.
Perder contato com grandes amigos, assim como restabelecer amizade com os antigos, e me surpreender com o entusiasmo dos novos.
Ver o tempo matar muito das possibilidades, ao mesmo tempo vê-lo curar antigas dores.
2011? Foi um ano bom, mas espero que 2012 seja muitíssimo melhor!

Que a vida siga e 2012 nasça trazendo muito mais surpresas agradáveis que foi possível vislumbrar em 2011!

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Observar


Quando o tempo tiver ruim é melhor ficar longe a observar tudo.
Logo, logo ele melhora...
É só ter paciência.

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Para mim.



O grande engodo é que guardei o meu melhor pra ti. Depois que te entreguei você o perdeu...

Sem desesperos, eu posso fazer o meu melhor novamente, só não mais o darei, a partir de agora eu usarei

quarta-feira, 5 de outubro de 2011